Eres la Dulzura y la Amistad personificadas. Es una gran suerte poder contarme entre tus amigos.

 

Gracias MariLena por estar en mi rincón.

 

 


El Rinconcito de MariLena Trujillo.

 

 



Paixão e Loucura


Hoy me marcho..., ya no sentirás mi 
olor, ni mis besos, aunque el amor no desvanece 
en mi ..., es el momento de decirte adiós ..., 
ya no me amas..., aborreces mis labios , 
mis manos ya no rozan tu piel ...,
piel que dejara de sentir mis caricias . 
la senda que andamos juntos se 
desdibuja, serás libre... , 
y la lluvia será la que de humedad a tu 
cuerpo... ya no mas besos ...,
buscare el sol en otro sitio.

Vá com seu jeito cigano buscar outras paragens,
novas emoções, novos beijos e sonhos, deixe-me,
vá... pode ir... nunca mais quero vê-lo... nunca mais!
Não esqueça livros... cds, leve tudo!
Não quero chorar, seu amor foi mentira, um jogo...
Vá, pode ir... Se nada sou, deixe-me com minha dor...
Pode ir... mas não fale mais de amor!

Amor ? ¿me hablas de amor ..? , nunca te dejaste amar
no sabes vibrar ni sentir el afecto , ni la ternura , 
ni el latir de mi corazón .
¿ fue un engaño ..el decir y conjugar el verbo amar ...?
manipuladora mujer, que olvida la pasión , 
la entrega de un hombre .
tu no amas, eres de hielo milenario , 
de frío y vacío en el alma.
no retornare , iré en busca del verdadero amor... , 
de aquel que sea entrega total , 
que construya el futuro y no destruya .
futuro que contigo no hay..., 
mujer del engaño y la traición.

Acusações, só acusações nada mais...
Vá ofenda, calunie, pise naquela que 
um dia disse amar e entre carinhos tão doces
escreveu em versos... jurou tanto amor... 
Quanta ternura, agora trocada por palavras
que machucam tanto e ferem mortalmente...
Ah, meu amor por que estamos nos maltratando?
Se nos amamos tanto, se nos queremos demais!
Olhe prá mim, você está chorando... Porque chora ? 
Prá que tanta mentira, tanto orgulho meu amor?
Vai... responda agora... ainda que ir embora?

Lloro por vos y por mi , por lo que fuimos...
'¡¡¡ amantes !!! si.. amantes , donde los dos fuimos uno,
hoy nos lastiman las palabras , nos alejan , nos separan...
es un estallido de furia contenida por amarte tanto...tanto.
me veo solo sin tu presencia , 
es estar en el fondo del mar sin oxigeno,
estoy dispuesto a todo , lameré mis heridas ...
¡ no quiero perder tu amor ! , 
¿ no notas que eres el aire que respiro ?
¿como vivir sin vos...?
¡¡ antes morir !! deseo ser tu parte ...
ser el hombre que ames de aquí a la eternidad...

Perdão... não consegui controlar a dor, 
seu amor por mim acabando...
Não, não chore querido... meu amor é seu...
minha vida é sua... irei com você seja onde for...
por caminhos bons e ruins, por estradas jamais
passadas, por caminhos tortuosos... pelo infinito...
Pela vida que vibra em mim, eu juro.. que nunca 
mais o farei infeliz, seremos um novamente! 
Suas lágrimas são pérolas preciosas 
que ganhei nesse momento!
Preciso do seu amor...seu carinho...seu beijo...
Hoje... agora e por toda a vida, fique...
Isso assim... nos meus braços para sempre!... 



Marilena Trujillo & Marcelo Romano




Moço

Que alma é a sua?
Que nos dias de hoje
Ainda consegue ser humano,
Carinhoso e gentil?
Onde ficou seu passado?
Quantas lágrimas rolaram em seu rosto?
Quantos amores passaram por sua vida?
Não sou moço... você responde...
Ah, moço que engano o seu!
Pois que ama feito um louco
E acredita na vida como poucos!
Só um moço ama desse jeito
E fala do seu amor como se fosse 
O primeiro!
E diz da saudade que doeu...
Do sonho de ser feliz...
Da distância que separa dois corpos
Mas nunca dois corações
Que amam...
Que vai as raias da loucura quando
Diz que me ama... que sou o seu tudo!
Quando me cobre de beijos e carícias mil!...
Moço...você é um moço... porque 
No coração traz a chama da vida, 
Nos olhos o brilho de todas as estrelas
E no corpo a energia da juventude!...
É por essa razão que o amo... 
Moço!...



Muchacho

¿Qué alma es la tuya
que aún hoy en día
resultas ser humano,
cariñoso y gentil?
¿Dónde quedó tu pasado?
¿Cuántas lágrimas rodaron por tu rostro?
¿Cuántos amores pasaron por tu vida?
No soy un muchacho... respondes...
¡Ah, pero cuánto te engañas!
Porque amas como un loco
y crees en la vida como pocos.
Sólo un chico ama de esa forma
y hablas del amor como si fuese 
el primero!
Y hablas de la nostalgia que dolió...
Del sueño por ser feliz...
De la distancia que separa dos cuerpos,
pero nunca de dos corazones
que aman...
Andas rayando en la locura cuando
dices que me amas... ¡que soy tu todo!
¡Cuando me cubres de besos y caricias mil!...
Muchacho... eres un muchacho... porque 
en tu corazón arde la llama de la vida, 
y en los ojos, el brillo de todas las estrellas...
y en tu cuerpo la energia de la juventud!...
Y es por eso que te amo... 
Muchacho!...

Marilena Trujillo
Mari
19.03.2003

Versão em espanhol: Alberto Peyrano



Brindemos!...

Onde está o meu coração?
Quando foi que o perdi?
Quando e como... 
Qual o momento exato que você o levou?...
Ah, meu querido!
Em que momento
Deixei meu coração em suas mãos de vez?
Nesse momento, passei a ser você...
Tudo em volta perdeu a razão de ser...
Sei apenas que a emoção gritou seu nome
Que meu corpo todo tremia 
E suas palavras doces bailavam
Em minha mente em todo meu dia!...
Um brinde a nossa amizade!
Um brinde por tudo que virá!
Um brinde pela eternidade!...
A emoção tomou conta de tudo...
Seus beijos levaram minha calma
Entorpeceram minha alma!
Hoje minha razão é sem razão
E tudo que era errado, agora é certo...
Já não pergunto se é correto, 
falo de um amor desesperado,
Tão doce... tão lindo
E tão concreto!...

Marilena Trujillo
Mari 

22.03.2003


Amor, sempre um rascunho...



Minha alma e meu coração,
Estão viajando na poesia
Que sempre foi minha existência,
Sou um rascunho, passando-me
Sempre a limpo, buscando acertos,
Buscando acertar meus desacertos...
Um corredor imenso surge
Em minha frente, tenho que atravessá-lo,
Temo agora, ter que atravessá-lo...
As lembranças bailam fortes 
E imensuráveis, quantas vezes acertei, 
Quantas tantas errei?
Lá dentro, bem fundo, algo mexe e remexe,
Minha veia poética pensa ser uma nova rima,
novo poema, nova poesia...
Mas o coração bússola avariada diz: 
Não poeta, segue em frente essa é sua sina,
Seguir buscando o amor que seja um tudo,
Buscar o perfeito, a forma ideal,
Girar o mundo em busca do que prá você 
É real e belo, como para todos os poetas...
Ah, canta, vibra, delira, sonha poeta!
Faz do romance sempre a forma correta
Das suas buscas incessantes de delírio...
Seus olhos cintilam, faiscam,
Os lábios sorriem, mas você está chorando....
Deixou o mundo, deixou no mundo
Em palavras de fogo toda sua dor,
Todo imenso amor escorrendo, jorrando
Em palavras nem sempre entendidas,
Muitas vezes desprezadas, nem lidas....
Vai assim, deslizando ainda
Nos montes, pelo ar, como uma música 
Sentida, chorosa, saudosa e arrependida,
Vai contando tudo que dói ainda...
E se possível hoje, ser dessa forma,
Vai, rasga esse peito com muito amor, 
Continue amando!
Deixa que a ingratidão dos passantes,
Seja ferro em brasa, gritando
Para essa paixão insana, tão ardente...
Eu fui feliz, amei e me entreguei
Em todos os momentos e instantes!
Se acabou, tantas lembraças deixou.
Se nova paixão bate em meu peito
Deixarei que ela entre e permita quem sabe,
Um momento de eterno encantamento,
Para um dia no fim da estrada poder
Dizer, chorei, amei, bebi da vida cada gota
De amor e sofrimento, fui feliz ao meu modo.
Na minha passagem, de tudo tive um pouco...
Amei demais, desejei, briguei, venci, perdi...
Tudo foi vertiginosa loucura, querer, êxtase...
Sempre brindando a forma exata do sentir...
Amei tudo, fui amada como ninguém!
Deixo uma inscrição em minha última pedra:
Se é meu fim... nada mais choro... nada lamento...
Brindo a vida...vivi!...


Marilena Trujillo
Mari

09.06.2003




Perdoar você...

Me pergunto como já o perdoei tanto...
Vezes infindas, pelos ciúme que
Enxerga em mim uma Cleópatra, uma Dalila...
Perdoei as vezes que chorei sua partida sem ida,
Uma volta sem partida ...
Perdoei o telefone batido, 
A mensagem impiedosa,
Sufocando na garganta o grito,
A vontade de dizer, injusto!!!
Perdoei o desajuste da personalidade
Complicada, criadora de fantasmas...
Perdoei o desespero do proibido, 
Das minhas mãos atadas, 
Ligadas nas suas e sem saída...
A agonia de ter um jogo prá jogar e 
Mesmo ganhando, perder a partida...
Perdoar passou a ser minha sina...
Perdoei versos chorosos 
De uma mal entendida...
Perdoar você?
De que, por que agora?...
Ah, esse amor que esbarra no irreal...
Concreto demais e decido a ficar 
E querer tudo sempre mais...
Perdoa dessa vez, sua voz pede...
Fala mansamente, em um sussurro...
Pronto... perdoar... de que?...
A chuva cai e suas gotas,
Molham beijos e abraços... que frio... 
Estou tremendo, sinto frio, me abrace...
Me aqueça... já nem sei o motivo do pedido...
Meus braços estendo...
Sua voz vai pedindo esquece...
Perdoar você, de que? - Diga... 
Talvez da loucura de tanto querer...
Querer desvairadamente o abstrato,
O impossível mais possível e palpável...
Estamos aqui novamente...
Perdoo sim, minhas mãos nas suas,
Seu ciúme, o telefone batido,
A mensagem que machucou, feriu...
Perdoo seu lamento, esqueço a dor cortante,
A lâmina que sangrou, porque agora entendo,
Que o adeus é chegada...
Que minha partida é remota, sem saída,
Meus lábios dizem adeus e se calam no beijo,
Se perdem no abraço louco que detém meu passo..
Sim perdoo, eu perdoo a loucura desse encontro,
O fantástico gosto de querer, insistir
Nesse sonho, nesse encontro quase demente...
Eu perdoo o sentimento que nos modificou
e nos fez escravos desse amor! ...

Marilena Trujillo
Mari
23.06.2003
03.13 Hs. 





Passos incertos... 


Caminhei tanto e nos meus passos 
incertos, eu te procurei amor... 
Adivinhava teu rosto, teu sorriso, 
teu carinho e o teu calor... 

Pensava sempre: 
- Ele há de chegar um dia... 
Lindo e iluminado... 
Ele há de chegar um dia!... 

Terá a mão macia e firme, 
no peito suave a camisa aberta... 
Um brilho intenso no olhar e sua 
presença será sempre certa... 
Eu te sonhava na minha insônia 
e te beijava em meus devaneios... 
Via teu olhar cheio de ternura e 
reconhecia em ti os meus anseios... 

Tudo já longínquo tinha ficado, 
sendo apenas um sonho,
sonhado... 
provei então a amarga desilusão, 
a tristeza, de nunca ter te encontrado!... 

Autora: 
Marilena Trujillo 
Mari



COMO NUM SONHO...


Como num sonho você chegou,
Abriu-me os braços, correndo ao
Meu encontro, meu coração batia forte,
Todas as luzes se acenderam e a
Claridade se fez ...
Atirei-me em seus braços macios e fortes
E toda minha essência de mulher
Gritava por amor, sussurrava seu nome, 
Beijava seus lábios,
Com sede, enorme sede de amor...
Meu ser inteiro vibrava e minhas mãos
deslizavam por seu corpo mágico,
Pleno de calor, extasiado de paixão...
Olhos brilhantes, tremores, emoção...
Tudo girando e a nossa canção,
Corpos pertinho, tão perto, tão certo...
E o descontrole da respiração...
Beijos no rosto, no pescoço,
Beijos e beijos... tantos!
O cálido contato da sua mão...
Dos seus lábios nos meus...
Sua voz pedindo num gemido,
Fica... por favor... amor meu...
Impossível ir embora, difícil atender
A razão, meu corpo quedou-se em 
Seus braços, deixou-se alucinar de vez...
E uma torrente de amor
Abalou estruras... rompeu barreiras...
Agora...agora não tem mais jeito...
Sou toda sua, você todo meu!...



Marilena Trujillo
Mari
01.07.2003
10.00Hs.




 

 

 

Su E_mail : Pincha en la muñequita.


Marilena

 

 



 

 

















The painting used to create this set is called
"Tempest" by John William Waterhouse.

Mouse stars java script courtesy of Kurt Grigg.